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Os termos que aparecem nesta documentação, em ordem alfabética. Quando o termo é um campo da API, o nome do campo vem entre parênteses.

A autenticação do portador na compra online, feita pelo emissor (código por SMS, aplicativo do banco, biometria). Compra autenticada pesa a favor da loja numa disputa de fraude.

A empresa que processa os pagamentos com cartão da loja e repassa o dinheiro a ela. É do lado da adquirente que o chargeback é cobrado da loja.

Aviso de que um portador abriu uma disputa no banco emissor, antes de ela virar chargeback. Ver Alerta.

Acquirer Reference Number: o número que a adquirente dá à transação na compensação. Ajuda a localizar a mesma compra nos sistemas de todos os envolvidos.

O código HMAC-SHA256 que a Rapid envia no header X-Webhook-Signature, calculado com a sua chave de assinatura. Prova que a entrega veio da Rapid. Ver Autenticação do webhook.

A rede do cartão, como Visa ou Mastercard. Define as regras e os prazos da disputa.

Os primeiros 6 a 8 dígitos do cartão. Identificam o banco emissor e o tipo de cartão.

Card Acceptor ID: o identificador da loja na adquirente. Junto com o BIN da adquirente (não o do cartão), é como os alertas de Visa são associados à sua empresa.

O registro de sinais do checkout (aparelho, aceite de termos, acesso, entrega) que viram prova na defesa. Ver Captura.

O estorno forçado de uma compra: o portador contesta no banco emissor e o valor volta para ele, cobrado da loja.

A chave que a Rapid gera quando você cadastra o webhook e usa para assinar cada entrega. Aparece uma única vez no painel. Ver Autenticação do webhook.

O código que o emissor devolve quando aprova a compra.

O par que autentica as chamadas à API por Basic Auth. Gerado no painel. Ver Autenticação.

O nome da loja que aparece na fatura do cartão. É como os alertas de Mastercard são associados à sua empresa, e o motivo de muita disputa: quem não reconhece o nome, contesta.

A contestação de uma compra pelo portador. Também o nome do produto da Rapid que defende o chargeback já aberto. Ver Disputa.

Electronic Commerce Indicator: o indicador que diz se e como a compra online foi autenticada (por exemplo, com 3-DS).

O banco que emitiu o cartão do portador. É onde a disputa começa.

Uma prova registrada sobre uma transação (aceite de termos, acesso, entrega, comunicação) para sustentar a defesa. Ver Evidência.

Processar o mesmo evento duas vezes sem efeito duplicado. Necessária porque o webhook pode chegar mais de uma vez. Ver Idempotência.

Merchant Category Code: o código de quatro dígitos que classifica o ramo da loja.

A loja, marca ou vendedor de uma empresa cliente. Uma empresa pode ter vários. Ver Listar merchants.

A pessoa dona do cartão usado na compra.

O produto da Rapid que responde ao banco emissor com os dados do pedido para a disputa não nascer. Ver Prevenção.

A situação do alerta: pending, notfound, account_suspended, other ou expired. Ver Regras e prazos.

O token do snippet de captura, que fica no HTML da loja. Só permite enviar eventos, nunca ler dados. Ver Instalar o snippet.

Uma venda enviada à Rapid pela API de Transações. É o material da Prevenção e da Disputa.

O POST que a Rapid faz na URL que você cadastrou, a cada evento (alerta novo, corte de acesso). Ver Webhook.